Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Primavera

Segunda-feira, 06.04.15

IMG_3654.JPG 

Neste dia bonito de Primavera,

para os nossos queridos Amigos

lembrança das Flores do Caminho

e da Igreja de Nossa Senhora da Conceição

de Vila Viçosa, onde fomos rezar.

IMG_3657.JPG

IMG_3659.JPG

IMG_3661.JPG

IMG_3663.JPG

IMG_3668.JPG

IMG_3674.JPG

IMG_3675.JPG

IMG_3678.JPG

IMG_3679.JPG

IMG_3680.JPG

IMG_3682.JPG

IMG_3766.JPG

IMG_3767.JPG

IMG_3771.JPG

IMG_3802.JPG

IMG_3804.JPG

IMG_3817.JPG

IMG_3818.JPG

IMG_3821.JPG

IMG_3825.JPG

IMG_3842.JPG

IMG_3844.JPG

IMG_3846.JPG

IMG_3859.JPG

IMG_3863.JPG

 

IMG_3748.JPG

IMG_3754.JPG

IMG_3758.JPG

IMG_3762.JPG

IMG_3768.JPG

IMG_3770.JPG

IMG_3772.JPG

IMG_3773.JPG

IMG_3806.JPG

IMG_3803.JPG

IMG_3812.JPG

IMG_3774.JPG

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 19:26

Quantos outros?

Sexta-feira, 01.10.10

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1826 –  28 de Fevereiro  1986

Quantos outros?

 

Mesmo com este tempo irregular, já se sente a Primavera – que não tardará – incubada na macieza do vento que passa.

Mentalmente já se começam a estruturar passeios ao campo, cujo apetite transparece logo que o sol, mesmo tímido, aparece, e o ar amorna.

As tardes são maiores, a luz é mais viva, talvez o tempo comece a render melhor e se possam, enfim, cumprir desejos que se guardam de ano para ano.

A televisão avassala os serões m que se lia, ouvia-se musica ou conversava. Os empregos retêm as pessoas fora de casa quase todos os dias da semana.

As tarefas ficam mais breves a atravancadas pelas tarefas inadiáveis, a que obriga a subsistência. Os congelados – acabados à pressa – facilitam – e vão surgindo sobre a mesa em lugar das sopas perfumadas que se insinuavam pelo olfacto, espevitando o apetite. As casas já não são as colmeias que giravam em torno da abelha-mestra, e onde cada criança passava o dia à descoberta, cirandando de cá para lá, aprendendo a conviver com as outras gerações e descobrindo o seu próprio espaço. Os tempos mudaram! Esse “Tapete de segurança”  da vida de família em torno da Mãe e dos Avós – em casa – com o Pai a regressar à tarde, com o jornal para se ler ao serão e, a família, em festa a recebe-lo, como se de longe chegasse – passou.

Os meninos, já não são os pintainhos que a asa da galinha aquecia protegendo. Agora, igualizados, são parte do bando maior que o aviário cria, com regras sabiamente estabelecidas e exercidas com rigor científico. Até por isso, porque a casa e a família, já não podem ter o espaço, de preponderância, que regia as influencias para a desejada formação dos filhos que seguiam hora a hora – a sociedade que absorve e usa o tempo de todos – tem mais deveres para as gerações novas.

É vulgar ouvir e censurar a mocidade – é corrente fazer-lhe exigências – é frequente enche-la de presentes (como quem compra cumplicidades ou paga compensações…) mas, já ninguém estranha ver os filhos sós, entregues a si próprios, sem esclarecimento a tempo, a maior parte das vezes sem ideias que os reúnam e despertem para causas superiores.

Pensava em tudo isto, nesta tardinha de Fevereiro, vendo vaguear ao acaso, a gente nova, e, deixando crescer dentro de mim a esperança de que a Biblioteca e o Museu possam ser em breve os espaços de cultura de que Elvas precisa, se Elvas o quiser verdadeiramente.

Aos nomes consagrados de Eusébio Nunes da Silva que fundou o Museu e de António Torres de Carvalho, Francisco de Paula Santa Clara, Vitorino de Almada, António Domingos Lavadinho, Major Baião, António Tomás Pires, Júlio Botelho, e mais recentemente Eurico Gama – (e tantos mais, cito de memória ao correr da pena) – quantos outros elvenses poderão, se quiserem, acrescentar os seus nomes a esta lista revitalizando como oferta de meios de modo a tornar vivos e actuantes os espaços culturais:

Biblioteca – Museu – que antepassados seus – com rara visão de futuro – criaram com as suas doações.

 

Maria José Rijo

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 11:24

Vamos falar de Abril

Domingo, 05.04.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1730 – 13 Abril de 1984

  

Queria falar de Abril a meu jeito, a meu gosto.

Abril é um mês de maravilhas. Com, ou sem águas mil, coadas por um mandil, Abril é irresistível!...

Abril entra sorrateiro logo a seguir a Marçagão que dá – ou não dá – manhãs de Inverno e tardes de Verão.

Abril faz explodir para a vida em cada galho, em cada ramo, em cada vergôntea as folhas novas, os rebentos frescos que Março deixa no choco, enovelados em abrolhos.

            

Abril abre as flores loucas, inesperadas. Fala da Primavera com o arrojo dum aventureiro. Reveste com borbotões de flores vibrantes de cor, os troncos acinzentados das olaias,

mesmo antes que elas tenham tempo de compor as suas copas, como arvores que são.

Abril pendura cachos de perfume lilás nas latadas de glicínia em tudo quanto é muro gasto de quinta ou quintal antigo.

       foto

Abril inventa tempo de sorrisos e caretas em reviravoltas de humor como um velho fauno dos bosques. Alcatifa prados com milhares e milhares de pequeninos sóis amarelos que irradiam brilhantes pétalas brancas – verdadeiras constelações que nós pisamos, chamando-lhes, displicentemente – malmequeres…

            

Promete rosas para Maio em loucuras de botões.

Trapaceia-se com dias de frio e chuva como se quisesse, por birra, fazer regressar o Inverno, e fá-los suceder dos outros tão gostosos de aromas e calor, que dir-se-ia ser o dono do Verão e dele poder dispor a seu contento.

Em Abril tudo é promessa, tudo é aceno, tudo é esperança. Em Abril toda a verdade é mentira possível.

Abril foi sempre como é e será: ávido, incerto, prometido, esperado… distante…

Gosto de Abril por ser esperança…

        asabedoria.jpg

A Esperança renova-se, redescobre-se, refaz-se. A esperança por tudo e nada se perde e reencontra – como a fé.

Abril é o meu mês.

Abril é louco.

Tenho fé em Abril. Abril tem 30 dias, mas fez 31 quando meteu a foice em “tempo verde” imaginando um Verão que não chegara ainda.

Mesmo assim, Abril está sempre depois do longo caminho de Inverno…

 

De cravos rubros coroado

Feito o Junho – Abril reinou:

- Só brandindo o arco-íris

A Primavera o destronou.

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 18:10

Recado

Quinta-feira, 22.01.09

.


Quando meus olhos
fecharem de vez
põe sobre o meu coração
um caroço de fruto
cereja, pêssego, ameixa!
qualquer um...
e deixa! - deixa que assim
a Vida iluda a morte
de tal sorte
que em cada Primavera
eu volte a respirar
com as folhas verdes
as flores cheirosas
e os frutos
pão de pássaros, insectos
e lagartas...
... e as borboletas
hão-de anunciar-me
quando as rosas florirem

é só isso que precisarei saber - sempre.

.
Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:18

Dia da Primavera - 21 de Março

Sexta-feira, 21.03.08

um passeio pelas Olaias

 

...

Fotos do Blog

http://olhares-meus.blogspot.com/

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 11:38

Eu Tive um sonho!

Domingo, 17.02.08

- Esta frase tão simples, quase sem importância, que qualquer pessoa repete por qualquer razão…

- Esta frase tão sem importância, que qualquer pessoa repete no meio de qualquer conversa, a propósito de qualquer projecto pessoal…

               

- Esta frase, fez tremer as consciências do mundo inteiro, e foi fixada na memória dos tempos – quando – comovidamente – um homem de cor – que por esse seu sonho havia de ser morto – a proferiu em nome de um projecto de paz.

                                  

Fraternidade e harmonia entre os homens –  Luther King!

- Eu tive um sonho!”

                              

Diz-se eu tive um sonho, quase desde o berço, ao acordar. Um sonho bom, um sonho mau, um sonho bonito, um sonho feio – mas – um sonho, como os sonhos, que cabem no dia a dia de qualquer um de nós.

Mas – se é um homem – um homem só – que enfrenta um mundo hostil, em nome desse sonho para o bem dos outros homens – então essa mesma pequenina frase ganha a dimensão do mundo que envolve e avassala todas as consciências.

                

-- “Eu tive um sonho” – cantaram os “Abbas” e encantaram, porque encontraram a expressão melódica, certa, para o sonho de cada um.

Mas … sonhar o bem de todos, lutar por esse sonho, e dar a vida por ele – dá realmente um peso de universo a uma frasezita de nada! : - “EU TIVE UM SONHO”!

       primavera.jpg

Talvez, no âmago das misteriosas origens de tudo, após cada Inverno, a Natureza se espreguice, e diga: - Eu tive um sonho!

Penso que a Primavera

é o sonho de esperança da própria Vida.

 

Maria José Rijo

@@@@@@

Á la Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1932 – 18 Março de 1988

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 17:14

“PRANTO por uma menina de outros tempos”

Quinta-feira, 10.01.08

Voltou como desejava o poeta: para “dormir o sono eterno abrindo junto ao berço a sepultura”.

Retornou quem com outras meninas da sua geração fez a Primavera viva da nossa cidade, no seu tempo.

Talvez ela até gostasse assim!

-- Morrer antes de envelhecer de corpo e espírito.

-- Morrer como gostava de ser, e foi até ao fim: esbelta, bonita, cativante.

-- Talvez… para que dela fique, como de sua Mãe já ficara, um rasto de saudade inconformada, um magoado recordar que a faz ser evocada, por quantos a conheceram, com o jeito sonhador de quem conta uma lenda: …

-- Era tão bonita!...

E… também canta outro poeta: “por morrer uma andorinha não acaba a Primavera…”

Mas…

              

                 Quando na vida se perde

                 Um amigo ou um parente,

                 P’ra que serve a Primavera?

                 - Se o frio está dentro da gente.

 

 

                                          Maria José Rijo

@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

A la Minute

Nº 1724 – 2 Março de 1984

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:38

Primavera

Domingo, 03.06.07

http://olhares-meus.blogspot.com/

Como em muitos outros anos, ontem, fui cumprimentar a Primavera na beleza quase asfixiante das olaias em flor.

Comecei, como sempre, pelo Jardim Municipal, onde um parque de jogos que teria cabido em qualquer outro local, substituiu um encantador e velho bosque onde enamorada daqueles troncos carcomidos que floresciam como galhos frescos sempre me apetecia repetir baixinho um poema de Cecília Meireles

 

Eu canto porque o instante existe

E a minha vida está completa.

Não sou alegre nem sou triste

Sou poeta

 

Irmão das coisas fugidias,

não sinto gozo nem tormento.

Atravesso noites e dias

No vento.

 

Se desmorono ou se edifico,

Se permaneço ou me desfaço,

-          não sei, não sei. Não sei se fico

ou passo

 

Sei que canto. E a canção é tudo,

Tem sangue eterno e asa rimada

E um dia sei que estarei mudo:

- mais nada

 

Desta vez, rezei-o no coração, junto à lembrança do bosque, porque era de Torga: - Cântico da inteligência, o que me ocorria:

Não destruas!

Toda a fúria é maldade

Ouve, que te não minto:

À tua volta a vida é como um cinto

De Castidade.

 

Constrói o mundo!

A sinfonia tem de ser inteira!

Junta o teu canto à melodia!

Não deixes que uma nuvem de poeira

Tolde a luz que

e te guia!

 

Dura!

Existe humanamente, e sê feliz!

Céu que não possas ver com os olhos

Deixa-o a Deus

- A ideia que tiveste e não te quis  

 

Assim pensando segui na minha “via-sacra” para saudar, outras nobres resistentes, que embelezam portões de quintas abandonadas ou se preparam para alcatifar os caminhos, como sempre acontece ali por “Forte de Botas” , ou mesmo aqui na curva da estrada que nos leva à Piedade, onde , por esta altura, se pode contrapor a mancha rosada do chão, ao verde macio que, também, nesta época do ano, veste a paisagem que  se avista até aos limites do   horizonte imenso do nosso Alentejo.

Deixei depois, que meus olhos falassem de tudo isto aos carcomidos troncos das ancestrais oliveiras que venero como deuses campestres que guardam segredos dos mistérios da terra que lhes alimenta a vida, e que os séculos encarquilham mas não emudecem. Porque tudo que a terra dá, ou se nega a dar, faz parte das falas, da mensagem, que os céus escrevem em flor – em cada Primavera - para quem procurar o fruto que cabe em colheita a cada Vida.

 

Eis como voltei a casa ao entardecer, sem receio da noite, apenas guiada pela luz Outono/ Inverno do tempo das minhas memórias.

                                                          Maria José Rijo

                                            Escritora e Poetisa

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

29--Março-07

Nº 2.911

  

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 19:33

Pensamentos de Maria José Rijo

Quarta-feira, 21.02.07

" Cada estação

  abre as portas

  a outra !"

.

 Maria José Rijo

 .

 

redtrees_rivaroadstreet.jpg

magnolia_spring2006.jpg

200612fevereirotardearvorecaiaques.jpg

Árvore sozinha

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 22:47





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Outubro 2019

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031


comentários recentes

  • Anónimo

    ADOROAdoroooooooooooooMeu Deus Tia gosto imenso de...

  • Anónimo

    Mas que bom...As gavetas da memória ... que saudad...

  • Anónimo

    Oh minha querida Tiazinhacomo eu adoro este artigo...

  • Anónimo

    Querida Amiga de minha MãeAgradeço as suas palavra...

  • Maria José Rijo

    Creia que foi com profunda tristeza que recebi a n...


Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2019

2018

2017

2016

2014

2015

2013

2012

2011

2010

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog



arquivos



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.