Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Preciso de amar

Domingo, 08.02.09

 

Arrabida -- Julho de 1956

#####

 

No regresso do "Sobrinho pródigo"
um "poeminha" – ou, "pequena conversa",

que sei eu? –

a dividir por esta família do meu encanto
.
Preciso de amar
para sentir que vivo
Preciso de amar
para acreditar que vivo
Preciso de amar
para saber que vivo
se o Amor
não for o motivo
viver
só pode ser
estar cativo
da sentença de morrer.


Assim, confesso como preciso de vós...

beijinhos

Maria José

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:06

A importância de se Chamar Eusébio!

Sexta-feira, 01.06.07

Oscar Wilde escreveu uma obra a que deu o título: - “A Importância de se Chamar Ernesto”. È um título curioso, como curioso é o célebre livro que refiro.

Ora, acontece que muito recentemente, todos nós, mesmo aqueles que como eu, não vivem dependurados dos êxitos do futebol, fomos sacudidos pelo desconforto do medo de sermos obrigados a reconhecer que os nossos – “deuses”- são tão vulneráveis como nós, à doença, ao perigo, à morte.

E, juraria que não houve uma só alma, de qualquer clube, que não tenha desejado, ou, até rezado para que o pior não acontecesse. E, bem assim todos levantamos as mãos aos céus agradecendo que Eusébio tivesse ganho “mais este campeonato” e esteja apto para continuar a sua vida, tanto, quanto possível, com saúde e, em bem.

Mas... há sempre um “mas” que acorda em nós lembranças e nos faz meditar.

Muito recentemente - há três meses - um sobrinho meu, com 34 anos, faleceu à porta, de sua própria casa, após ter esperado hora e meia - em vão - pelo socorro do INEM.

Notícias idênticas saem amiúde em todos os jornais...

Então , quando uma pessoa é tratada  - como todas as demais pessoas deviam ser – temos que reconhecer com frontalidade e coragem que os serviços de saúde, sabem muito bem como fazer – só que, a maneira como estão organizados, não permite que funcionem de igual modo para todos.

E só nos apercebemos do que valem, em eficiência e qualidade, de cuidados quando acontece a circunstância de o paciente ser célebre.

Daí que tenha pesado a importância do doente se chamar Eusébio como também poderia ter sido um Senhor Ministro ou.. ou...ou... com qualquer nome diferente, como se a Vida, não valesse como Vida, mas sim pelo peso do nome ou profissão, ou fama, de quem a detém.

É pena que se esqueça que assim como as Mães alimentam os filhos pequenos, que lhes sugam o seio,...são as profissões mais modestas que permitem o conforto e os privilégios dos mais poderosos ou notáveis, mas isso não torna as vidas de ninguém mais importantes, ou menos, do que outras.

Um santo Sacerdote, já falecido, de seu nome Lapão, disse-me um dia comovido apontando uma nora aquela, era puxada a sangue!

Perante a minha ignorância para descodificar a frase, ensinou-me que era o braço do homem que fazia funcionar o engenho.

A Vida é um Dom de Deus, e, qualquer uma, como tal, vale por si mesma, e só por isso:- porque - é Vida.

Porque de sangue se fala.

Sangue vivo.

Sangue quente.

Sangue de gente.

                                                  Maria José Rijo

in - Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

17-Maio-07- Nº 2918

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:19

Pensamento de Maria José Rijo

Quinta-feira, 31.05.07

Flamingo_Ricardo Monteiro_Album da natureza.jpg

 

Quando o homem se render à força

que o amor tem

e a arma for oração

pulsarà na vida a paz

como bate um coração !

 

Maria José Rijo

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:15

Vida e Morte

Terça-feira, 01.05.07

Foto - Paula Travelho

 

Muito se tem falado de Vida e de morte, nestes últimos tempos, perturbados que todos andamos com o infeliz acontecimento que quebrou com um luto trágico a paz idílica da mansa paisagem das margens do rio Douro.

            A procura dos corpos das vitimas ,no momento em que escrevo estes comentários, ainda prossegue, e, ninguém sabe até quando se processará.

            Esta insistência em se falar de buscas e de corpos, este repisar duma circunstância que torna ainda mais difícil de suportar a perda de familiares e amigos, fez-me relembrar um belíssimo livro , que na altura em que o li me fez meditar intensamente sobre vida e morte.

            Refiro: A Solidão Reinventada - de Paul  Auster .

            Nunca, antes de o ler, eu tinha sido levada a consciencializar como todos nós, os crentes e os não crentes, quase inadvertidamente, afirmamos a existência da alma sem disso, nos dar-mos conta.

            A morte afasta o homem do seu corpo. Na vida, um homem e o seu corpo são sinónimos; na morte, há o homem e há o seu corpo. Dizemos “aqui está o corpo de X”, como se esse corpo, que foi outrora o próprio homem, não uma coisa que o representava ou lhe pertencia, mas o próprio homem chamado X, deixasse subitamente de ter importância. Quando um homem entra numa sala e lhe apertamos a mão, não temos a sensação de apertar a mão à sua mão, ou de apertar a mão ao seu corpo: é a ele que apertamos a mão. A morte altera este estado de coisas. Aqui está o corpo de X, e não aqui está X. A sintaxe é completamente diferente. Agora falamos de duas coisas em lugar de uma só, sugerindo que o homem continua a existir, mas apenas como ideia, como uma amalgama de imagens e recordações no espírito dos outros. O corpo, esse, não é mais que carne e osso, uma massa de pura matéria.”

            Aqui está o corpo de X - Penso que não há, quem quer que seja, que o não tenha dito.

            Vela-se e honra-se o corpo em memória da pessoa. Porém, a pessoa já lá não está, porque se estivesse - velava-se a pessoa. Mas vela-se o corpo da pessoa que nele existia. E, que agora, existe fora do corpo. O corpo está vazio. Mas a memória da pessoa que já lá não está dentro dele, faz-nos curvar perante os seus despojos.

            Não fora essa fé de que a pessoa sobrevive ao corpo e, nada faria sentido.

           E porque o corpo nada tem que ver com a “dimensão” da pessoa que o habita, há génios, e almas grandes em corpos disformes e há almas mesquinhas em corpos de Apolos.

Porém todos continuamos a repetir :

- Aqui está o corpo de fulano - que foi uma pessoa - assim ,ou assado, e - desta maneira , sem quase nos darmos conta, todos afirmamos que uma pessoa não é apenas o seu corpo, mas muito mais do que isso.

Um corpo é matéria. Uma pessoa é matéria e espírito

Um corpo dá-nos  sensações. A alma os sentimentos.

Ninguém confunde o sofrimento, a dor física, com desgosto, mágoa, como ninguém confunde prazer físico com alegria, com deslumbramento, deleite de alma... Saúde física, com saúde mental.

Também aqui se separam as águas...

O “homem”, como ideia, sobrevive - afirma o autor.

Na Vida - passa-se -  entra-se - e sai-se. A Vida permanece. A Vida é eterna. Na  Vida, tudo cabe,  até cabe a morte da matéria, e, porque na Natureza,” nada se perde , nada se cria, tudo se transforma “é eterna e infinita a mutação, como é eterna e infinita a Vida.

Aqui está o corpo de fulano...

Fulano, expirou...soltou o último suspiro... o que quere dizer : a Vida  no corpo de fulano, extinguiu-se.

Como um rio que desagua no mar... e nele se confunde... e já sem ser rio... continua a ser água...

 

 

                                           Maria  José Rijo

 

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.600 – 30/Março/01

Conversas Soltas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:09

Coisas que se dizem: Ter tempo

Domingo, 29.04.07

Por vezes se bem pensássemos, nós próprios ficaríamos admirados com o conteúdo intrínseco das afirmações que fazemos.

            Ter tempo!

            Mas, quem tem tempo?

O que é o tempo para se ter ou não ter!

Até porque, do tempo, só se teve ,ou foi nosso, o que por nós passou, e, como tal , já nem temos. Também jamais alguém sabe de quanto tempo poderá  vir a dispor.

Voltando ao princípio o que é o tempo?

O tempo é a vida?- Viveu pouco tempo, muito tempo... diz-se!

É o estado da atmosfera? - está bom tempo, mau tempo, também se afirma!

Como está por aí o tempo?- Soe perguntar-se. Já a resposta é que difere. O tempo está de boa cara, má cara. Faz carrancas, carantonhas, faz fosquinhas, caretas.

Terá o tempo rosto? Ou terá feitio?

O tempo é bom, ou está bom. O tempo é mau ou está mau. O tempo é bonito ,é feio. É de bonança, borrasca.

            O tempo perde-se!- Perdi o tempo. Também se encontra : achei tempo.

            Convenhamos que são excessivas as opções. Então como escolher?

Será a relação entre as épocas?- presente, passado, futuro...mas alguém segura e sustem, por ventura, qualquer delas?

Volta-se ao princípio : quem tem tempo?

Pode-se ter a memória das vivências , mas o tempo, propriamente,  ninguém o guarda. Ninguém o pára. Ninguém  conserva para mostrar “o seu tempo”, mas do que se fez ao longo dele se poderá dar testemunho.

Então, será o tempo, lembrança?- memória...

Será o tempo idade?.- Será duração das coisas, das pessoas? - será apenas um conceito relativo , contrário ao de eternidade!

A idade é distância do princípio. A distância dá perspectiva para um olhar mais lúcido sobre os factos. Será isso o tempo?- A idade?

Mas idades !- são fracções de tempo, - do ferro, do bronze, antiga, média, etc ., etc , eras...Outras  eras ...outros tempos...

Será a sucessão de horas, dias, semanas anos que nos dão a sensação de tempo?

Será o tempo apenas criação dos relógios?- mas, mesmo com os relógios do mundo todos, a tritura-lo ritmicamente, ou parados, o tempo passa, escoa-se, não se deixa aprisionar.

Se passa , para onde vai! - ninguém o pára, ninguém o detém , ninguém o toca. , ninguém o palpa.

Então como se mata ?- e, do tempo, também se diz que se mata e que se gasta, que se aproveita, se estraga., deita fora ...

Não sei o que é o tempo. Nem sei se o dia e a noite se sucedem apenas para que não tenhamos a audácia de pensar que “o nosso tempo” é infinito, porque do tempo não se conhece o fim , nem o principio, ainda que saibamos que é finita a parcela que nos cabe.

            Sei que vivo, tenho vivido nesta época, que se tornou a minha porque nela existo. Sei que época quer dizer um determinado tempo ;que sendo este, agora , assim , se torna o meu.

Não entanto, sendo meu, o  não possuo...mas, gasto. Gasto, ou usufruo?.

Como é que gasto se ele permanece aquém e depois de mim?

Também se usa dizer:- chegou cedo, chegou a tempo., ou mesmo fora de tempo. Cedo é madrugada, manhã? Ou, cedo, é antes do esperado?

Outra frase repetida à saciedade é que tempo é dinheiro. Será riqueza a velhice - e pobreza a juventude ! Será esse o conceito a extrair de tal afirmação? Ou, viver é amealhar experiência  e ser milionário de tempo. E, os que se apressam para ganhar tempo. Onde o têm? Onde o retêm se o ganharam e lhes pertence!

. Até porque o tempo a que chamamos nosso é de toda um geração, é também, de outros aquilo que designamos de forma possessiva: - o meu tempo.

Em tempo se nasce, em tempo se vive, e, no tempo - na nossa hora - saímos do nosso tempo . Do tempo que nos teve e tivemos simultaneamente -  sempre sem segurança de amanhã, de hoje, ou simplesmente : - agora, mas ,com memória de passado e esperança no futuro que existe, como tempo, ainda que não nos venha já a pertencer - se vive.

Se, como disse João de Deus: ( e eu creio nos poetas porque sendo “visionários” antecipam as realidades ) - a vida é o dia de hoje - a vida é ai que mal soa,- a vida é sombra que foge,- a vida é nuvem que voa - Sou levada a crer ,em última análise que - o tempo -  que afinal não sei definir ,se mede com a Vida, que , por sua vez, pelo tempo se afere - A vida dura um momento , mais leve que o pensamento, - também refere o poeta.

Assim: Vida e Tempo se confundem; e sendo para nós, bens efémeros, são parte de um “Bem Infinito” no qual perpassamos como nos céus as estrelas cadentes, rastros de luz que o negro da noite absorve e envolve no esquecimento como faz o tempo.

 

 

                                 Maria José Horta Travelho Rijo

 

                                              Escritora e Poetisa

 

 

Revista Norte Alentejo

Nº2 – Julho de 2000

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 22:06





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Maio 2020

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31


comentários recentes

  • Anónimo

    Cá estou eu ... meia hora depois da meia-noite...B...

  • Anónimo

    PARABÉNS PARABÉNS PARABÉNS Muitos beijinhos n...

  • Anónimo

    Minha querida TiaMuitos Parabéns pelos 94 anos - q...

  • Anónimo

    Boa AmigaSou o filho de Augusta Silva Torres que a...

  • Anónimo

    Eu sabia... sabia que era este mês que a tia fazia...


Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


links

BLOGS DA CASA

EFEMERIDES

Aniversarios Blog

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2020

2019

2018

2017

2016

2014

2015

2013

2012

2011

2010

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Blogs- quem nos cita



arquivos



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.