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É São Mateus

Sábado, 21.09.19
Á Lá Minute
Jornal Linhas de Elvas
Nº 1.753 – 21 de Setembro de 1984

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Setembro, em Elvas, é o mês das festas da cidade.

Setembro, em Elvas, é por excelência, o mês das tradições.

Se, pelo Natal e pela Páscoa no mundo inteiro se revivem velhos ritos e se procura ressuscitar as centelhas de Amor e de Fé que habitam em cada ser humano, por mais afogadas em cinzas que elas se encontrem…

Com as festas regionais é diferente!

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Neste mês de Setembro são os costumes locais que despertam. É a região, em si, que fala pelo alvoroço dos seus habitantes. É o espreguiçar do rame-rame, é o ressurgir das vontades. É o… vamos caiar a frontaria? – Vamos pintar o chão? E… a cortina nova para a porta – que tal? E…, a saia que se desejou? – O lenço que se sonhou, a prenda que se quis dar? – Será? – Não será?

- Talvez! Talvez se torne possível – é São Mateus!

É a magia do sonho a imiscuir-se na dureza da realidade do dia a dia.

É a Poesia. É o vibrar da alma das coisas, das recordações, a acenar, como asa que passe rente aos olhos.

É o contar e recontar dos “cobres”!

- Dará para a carne de borrego? – Para o bolo de que tanto se gosta e de que já quase se perdeu o jeito de fazer! – Com o açúcar ao preço que está!

- E os ovos?! – Mais cara a dúzia do que a galinha, ainda outro dia… É verdade! – Pois é! –

Mas é São Mateus.

E o Santo lá vai emprestando o Nome, como aval da coragem

que se cria para gastar em extras o que num ano inteiro a rigidez do orçamento garantiu como impossível.

- É o milagre a acontecer. As ruas enchem-se dos cheiros antigos, que

irradiam das ousadias das donas de casa…

Cheira a assado! – A “coxo frito”! – a azeite quente fritando

costeletinhas panadas… a bolos no forno…Cheira a foguetes,

a churrasco na feira, a vinhos e petiscos!

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Cheira a alegria, a fé renovada no viver, a sonhos saciados no riso das crianças… a choro de fato novo estragado na queda imprevista…

Cheira a Setembro em Elvas com o Outono a insinuar-se no bailado

das folhas secas pelo chão. Cheira a São Mateus!

Vamos ao arraial? Vamos?

Vamos todos atrás dos Pendões.

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Vamos que a festa é nossa e … Bendito seja

o Senhor Jesus da Piedade.

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 00:00

Quatro exclamações

Quinta-feira, 19.09.19
À Lá Minute
Jornal Linhas de Elvas
Nº 1804 – 20 de Setembro de 1985

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São Mateus 1985
Quando um ventinho assobia e só servem os sentidos
para saber entanguidos, e engadanhados de frio,
os dedos entorpecidos de articulações doloridas,
e nas botas empedernidas – mais duras do que torrões –
em que a terra se tornou, e onde se avança aos baldões,
com todas as intempéries…
-- os pés são pesos de chumbo…
-- É o Inverno, com chuvas, vento,trovões,
e geadas de rachar…
-- Ao proteger o gado, afrontando o temporal…
-- “Ah, vida dum filha da mãe!
Raio de tempo dum sacana!”
Desabafa o maioral!...

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Quando a seara desponta, e só servem os sentidos
para atentar se é bem nascida (o que é o pão da vida)
de quem na terra trabalha…
-- Quando é a perder de vista
verde, verde, o que se avista…
-- Se a azeitona deu bem, e os lagares ainda gemem…
-- E o Fevereiro não veio quente (com o diabo no ventre).
-- Se de tudo há novidade na sezão em que era esperada…
-- Vendo de longe a mulher que veio espreitar à porta
para ver chegar o marido, o aguarda no umbral
-- Sorrindo – orelha a orelha,
acena com gesto largo…
“Olha lá pr’a este enlevo!
Disto não me lembro igual!
Vai um ano dum sacana!...
Diz a esperança que canta nas falas do maioral.
Quando o calor zumbe aos ouvidos, e só servem os sentidos
para ter medo de os perder…

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-- Quando o ar que se respira parece estar a arder,
e a garganta e os pulmões se engasgam com o suão…
e, coitado, o coração bate apressadamente, aflito
como um pobre pardalito, fechado na mão de alguém!
-- Sem dar perdão a ninguém, a canícula avassala!
-- “É dura a vida dos pobres!
Ah! Calorina real

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Raio de tempo dum sacana”
-- Desabafa e limpa o suor, ofegante o maioral!
Quando toda a safra acaba, e só servem os sentidos
para almejar uns festejos,
convívios com gente amiga que só se vê de ano a ano…
-- E o que lembra é um copo, uma cerveja fresquinha,
cantar umas brejeirices, largar umas baboseiras,
galhofar de tudo e nada…
reinventar a mocidade
(onde aparece que coube tudo o que se soube)

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-- E a feira de São Mateus
-- Festas, jogo e arraiais!
e ao chegar à Piedade
-- Com o azeite da promessa – em prudência inteligente,
alinha os seus pensamentos,
(de joelhos – cheio de fiel ar beato - agradecido )
desfia o que a alma sente:
“Rezo pouco e cá p’ra mim!
Oh, meu Deus – não é por mal!
-- É que a gente tem pendência p’ra…
P’ra largar só asneiradas…”
Remedia ainda a tempo
bem contrito o maioral.

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 00:00

Programa das Festas do sr. Jesus da Piedade - 2018

Quarta-feira, 19.09.18

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 Programa das FESTAS do SENHOR JESUS da PIEDADE - 2018

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MARIA JOSÉ RIJO

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publicado por Maria José Rijo às 12:37

São Mateus 2017

Terça-feira, 26.09.17

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A nossa Paulinha mais uma vez conseguiu dar-nos 

"um cheirinho de São Mateus" (confesso que a mim também)

pois com a mana Barbarinha de cama com gripe nem deu para mais

do que espreitar pela janelao colorido das luzes e o burburinho da

festa, que por ser "nossa vizinha" quer queiramos, quer não,

nos entra pela casa a dentro.

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Fico sempre grata quando leio os vossos comentários,

muito principalmente porque me aquecem o coração

contar com a vossa amizade que, nem

calculam como me acompanha neste

entardecer davida.

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Um abraço, grande, grande

com Saudades

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 00:00

A Feira de São Mateus 2016

Sábado, 24.09.16

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É com muita alegria que mostramos 

o SÃO MATEUS da nossa terra.

Perfeito seria se cá estivessem connosco !

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publicado por Maria José Rijo às 19:47

Feliz São Mateus 2011

Quarta-feira, 21.09.11
 
-

Meus sobrinhos e meus amigos de
coração! - a nossa Paulinha faz as reportagens fotográficas que, com o toque da
sua sensibilidade, contam como os elvenses e todos os crentes dos arredores se
rendem à fé no Senhor Jesus da Piedade.

Elvas recebe de braços abertos todos os visitantes.

Nós duas,também recebemos "as vossas visitas virtuais"com um abraço
grande que bem desejariamos fosse ao vivo na confraternização do arraial onde a
par da alegria dos reencontros há sempre um toque de saudade, como sinto neste
momento pela distância que nos separa de vós.

Obrigada pelas vossas presenças e

Bendito seja o Senhor Jesus da Piedade

Maria José Rijo

 
 
 
 
 
 
 

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publicado por Maria José Rijo às 17:00

São Mateus

Domingo, 26.09.10

 Procissão dos Pendões

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 15:53

Programa São Mateus 2010

Segunda-feira, 20.09.10

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publicado por Maria José Rijo às 23:59

É São Mateus

Quarta-feira, 16.09.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.753 – 21 de Setembro de 1984

 É São Mateus

 

Setembro, em Elvas, é o mês das festas da cidade.

Setembro, em Elvas, é por excelência, o mês das tradições.

Se, pelo Natal e pela Páscoa no mundo inteiro se revivem velhos ritos e se procura ressuscitar as centelhas de Amor e de Fé que habitam em cada ser humano, por mais afogadas em cinzas que elas se encontrem…

Com as festas regionais é diferente!

Neste mês de Setembro são os costumes locais que despertam. É a região, em si, que fala pelo alvoroço dos seus habitantes. É o espreguiçar do rame-rame, é o ressurgir das vontades. É o… vamos caiar a frontaria? – Vamos pintar o chão? E… a cortina nova para a porta – que tal? E…, a saia que se desejou? – O lenço que se sonhou, a prenda que se quis dar? – Será? – Não será?

- Talvez! Talvez se torne possível – é São Mateus!

É a magia do sonho a imiscuir-se na dureza da realidade do dia a dia.

É a Poesia. É o vibrar da alma das coisas, das recordações, a acenar, como asa que passe rente aos olhos.

É o contar e recontar dos “cobres”!

- Dará para a carne de borrego? – Para o bolo de que tanto se gosta e de que já quase se perdeu o jeito de fazer! – Com o açúcar ao preço que está!

- E os ovos?! – Mais cara a dúzia do que a galinha, ainda outro dia… É verdade! – Pois é! – Mas é São Mateus.

E o Santo lá vai emprestando o Nome, como aval da coragem que se cria para gastar em extras o que num ano inteiro a rigidez do orçamento garantiu como impossível.

- É o milagre a acontecer. As ruas enchem-se dos cheiros antigos, que irradiam das ousadias das donas de casa…

Cheira a assado! – A “coxo frito”! – a azeite quente fritando costeletinhas panadas… a bolos no forno…Cheira a foguetes, a churrasco na feira, a vinhos e petiscos!

Cheira a alegria, a fé renovada no viver, a sonhos saciados no riso das crianças… a choro de fato novo estragado na queda imprevista…

Cheira a Setembro em Elvas com o Outono a insinuar-se no bailado das folhas secas pelo chão. Cheira a São Mateus!

Vamos ao arraial? Vamos?

Vamos todos atrás dos Pendões.

Vamos que a festa é nossa e … Bendito seja o Senhor Jesus da Piedade.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:26

Mote sem Glosa

Sexta-feira, 11.09.09

Á LÁ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.906 – 18 de Setembro de 1987

 Mote sem Glosa

 

“O Senhor da Piedade

Tem 24 janelas”

Fosse eu pomba, tivesse asas,

Que pousaria na Cruz

Porque fica acima delas.

 

Ás vezes, apetecia-me falar de Amor

do segredo de ser

da paz de quem se dá

e se reencontra limpo e renovado

que o Amor purifica e recria

com a força duma aurora

que da noite rasga o dia…

 

Ás vezes, apetecia-me falar de Amor

como o pressinto e sei

procura de perfeição

que se suspeita e sente

no dia a dia imperfeito

da condição de ser gente…

 

Às vezes, apetecia-me falar de Amor

amor que de si nos solta

e permite dizer; - “eu”

encarar o mundo em volta

chamar: “vida” – “minha vida”

à viagem de regresso

a esse Amor do começo

que foi ponto de partida…

 

Às vezes, apetecia-me falar de Amor

olhando a crista da onda

alta, bela, transparente,

imponente, tenebrosa

e dizer-lhe intimamente

com a inocência da rosa

ou a força da semente

sem palavras

( na cósmica cumplicidade

de me saber – nada –

e saber-me – eternidade )

olá, água! – olá, apenas água!

Vês?

Só na praia, como espuma,

Descansam vidas e marés

 

Às vezes, apetecia-me falar de Amor

sendo diferente

mas ajoelho, rezo o Teu nome bendito

-- Senhor Jesus da Piedade!

-- Senhor Jesus da Piedade!

Rezo e repito:

-- Senhor Jesus da Piedade!

e só assim – tudo está dito.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 17:54





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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