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Há muita Maria na terra

Sexta-feira, 30.01.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3004 – 22 de Janeiro de 2009

Conversas Soltas

                      

Por vezes, nestas conversas de trazer por casa, quero dizer, sem tema de dissertação e sem mais regras, do que, aquelas de sempre – falar verdade, não hostilizar, ser correcto e responsável no que se diz, mesmo assim, ou talvez por isso, às vezes ficam no ar como que mal escondidas advertências.

Alguém me perguntou se era meu costume assinar apenas por Maria José.

Sim e não – foi a resposta.

               

Se for para pessoa íntima, família ou amigos – por certo que o posso fazer, até porque basta às vezes o assunto ou a forma como o expomos para nos identificar.

Para estranhos ou para qualquer tipo de opinião, nunca, por certo.

Até porque há tanta Maria na terra que jamais me esconderia atrás qualquer uma.

Se, por qualquer razão tiver sobre qualquer assunto uma opinião divergente da maioria, faze-lo, assinando dessa forma, seria equivalente a escrever anonimamente, e isso, não dá com a minha forma de ser, nem de estar, como a minha já longa vida testemunha.

Para enviar flores, prendas, até de forma anónima poderia ser engraçado. Para o que agrada e torna felizes os destinatários não são necessárias vastas explicações. Porém, para um parecer contradicente, uma chamada de atenção, qualquer atitude que não se ajuste em absoluto ao que é agradável ouvir – Bem! - Aí, quem o fizer, ou se justifica, assume identificando-se ou, então que não o faça, porque as opiniões só podem ser tomadas em conta conhecendo-se lhe a origem.

        

Anónimas – não têm cotação – são votos brancos, nulos... Lixo.

Pela mesma razão que ninguém bebe água de charcos, mas sim de fontes de conhecidas origens, ninguém lhes dará crédito.

Por alguma razão o Criador, deu a cada um, ao longo de todas as gerações desde que o mundo é mundo, uma impressão digital diferente – identificadora – dos indivíduos.

Daquilo que cada um de nós é – um indivíduo.

graphicQue cada um de nós se assuma com a responsabilidade e a gratidão de se saber Único e nunca esqueça que como o gato Pias tudo o que for – não o que tiver – é o que levará consigo.

Foi esta a advertência do Filósofo aos seus concidadãos que, quando se viram ameaçados pelos persas se arrastavam para fugir, ajoujados ao peso das riquezas adquiridas sabe-se lá como...

Cada um com o que é seu.

E, o mais nosso de tudo, o que ninguém rouba, mesmo quando tenta aviltar é o nosso carácter.

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:02

...pois é!

Quarta-feira, 09.04.08

Investir - é uma das palavras que, mais se aplica, quando se fala de futuro, porém, como recentemente escutei, a um ilustre interveniente de um programa: - Prós e Contras – não se investe com a alma.

Reconheçamos que é justo o reparo.

         Investe-se na luta pelo lucro a qualquer preço, investe-se na corrida desenfreada pelo poder, investe-se no culto do eu, da fama e da glória, porém esquecem-se os valores da alma que deviam pautar os caminhos a percorrer para atingir tais fins.

Queimam-se florestas para negociatas sujas que propiciem lucros fáceis sem que se pense como é criminoso atentar contra o ambiente, que é património de todos...

Alienam-se terrenos férteis de cultura para construções que acrescentam volumes às cidades, como disformes tumores incuráveis, ofendendo e comprometendo para sempre a sua beleza e saudável equilíbrio.

Desvirtua-se em nome do lucro imediato a face do mundo...

Arrisca-se a destruição do próprio mundo.

Alardeia quem frui o mando, muitas vezes, a sua força usando-a sem pudor contra os princípios de modéstia e responsabilidade que devem nortear aqueles a quem cabe gerir um património que é de todos e está temporariamente à sua guarda...

Terra (III)

Disse um governante que foi um grande poeta, um grande homem, e se chamou Leopoldo Senghor :

“ A terra não é nossa. Foram os nossos Filhos que no-la emprestaram.”

Lendo jornais, ouvindo noticiários, olhando em redor, arrepia muitas vezes, a alma, ver a herança que se prepara para as gerações futuras a quem este nosso mundo pertence de verdade...

Vem este preambulo que não me propunha escrever, na linha do que pensei lendo o artigo do meu amigo - João Gois - meu respeitado  parceiro “nestas lides jornalísticas” ...

...pois é!...

A Praça, a nossa Praça, – vou citá-lo: -“a nossa sala de visitas, o coração de Elvas” – está a ficar fora do que para ela, ele próprio, sonhou...

Então o que esperava, um elvense que refere a praça da República chamando-a ternamente de “velhinha” como quem abraça um parente querido?

O que esperava? - Se sonhou, o que sonhou?

Então ainda não tinha reparado que Elvas ia perder, aquele lugar de paz, aquele doce coração, para ganhar, em seu lugar, um enorme e putrefacto ventre?

Um ventre imenso com todas as circunstâncias a ele inerentes, como é óbvio!...

Pelo menos as árvores, irão continuar a dar guarida à passarada

- Espero em Deus – porque até nas extremidades frágeis dos nossos gestos imperfeitos às vezes nascem flores!

 

                         Maria José Rijo

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Jornal linhas de Elvas

21/Julho/2005 – Nº 2.823

Conversas Soltas

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:13

Reciclagem

Quinta-feira, 06.03.08

Vi uma reportagem sobre reciclagem que me deixou estarrecida com a imensidade de coisas úteis, que se podem conseguir reciclando materiais das mais diversas proveniências.

                    

Juntei a esse conhecimento um anúncio de propaganda educacional que pretende levar o público a colaborar numa campanha de limpeza e conservação do ambiente e, simultaneamente de aproveitamento do que sobra, se inutiliza, ou simplesmente se repudia ou despreza – generalizando: - do lixo.

                                    

- Ficaram-me na memória os rostos expressivos das crianças, cujas imagens de beleza sempre tocam o coração, e que inteligentemente, foram utilizadas para ajudar a fixar normas que. Já era tempo, de, por todos, terem sido aceitas, apreendidas e aprendidas de cor e salteado.

                     

Mas, enfim, mais vale tarde do que nunca.

São preceitos novos de higiene e cidadania, que urge integrar no quotidiano.

Há sempre esperança de que cada um de nós, se adapte, pouco a pouco às novas obrigações que decorrem em linha directa das regalias sociais que o progresso e evoluções técnicas nos oferecem.

Ao tanque de lavar roupa, à barrela com sabão sucedeu a máquina com a adição da poluição violenta dos detergentes.

Aos alguidares, para a lavagem manual da louça, sucedeu também a comodidade da máquina, com suas vantagens e seu reverso.

O guardanapo de tecido, o lenço, a fralda, têm seus sucedâneos de papel- são descartáveis – com seu volumoso rasto de  lixo... e assim, por aí fora.

 Ao crescendo da nossa libertação das fastidiosas tarefas domésticas, à facilidade de resolução seja lá de que problema for, lá vem em anexo o contributo para o agigantar da poluição emporcalhando o mundo, atentando contra a pureza da água, rios, lagos, mares, solos, atmosfera; em suma, da vida...se contra isso não forem tomadas providências,

 Foi então, neste ponto do meu raciocínio que me dei conta, de que mais do que reciclar matéria, as crianças, como símbolo do futuro, o que estão a pedir é que reciclemos procedimentos, mentalidades, posturas, atitudes.

As crianças estão a pedir que lhes deixemos o espaço – descontaminado, limpo – a que têm direito para crescer e viver.

Que não entulhemos o futuro, de quem vier depois de nós com os nossos lixos, é afinal, o recado que nos atinge como uma dolorosa bofetada no rosto.

                                      

É que – em pleno século XXI- se são precisas  associações para defesa dos animais – isso significa que eles não gozam do respeito e protecção que lhes são devidas...

Se ainda persiste o vilipendioso aviso de: - não cuspa, não estrague, não colha, não pise, não..., não... – é porque, ainda se pisa, colhe, rasga, cospe...

Se se admite o aborto, porque matar – é solução...

                                           aborto13.jpg

 As guerras que devastem povos, arrasem civilizações com seus cortejos infindáveis de injustiças e genocídios aviltando a existência neste planeta Terra que nos cabe legar como “casa” às crianças que nos fixam – ainda – com sorrisos de esperança no olhar... do ponto de vista de quem as gera também podem ser terapêuticas...

 Enquanto o respeito pela Vida, em qualquer das formas em que ela se apresente, não for um valor intrínseco da condição de ser “Gente” e tiver que ser imposto por leis,

decretos, coimas... Enquanto assim for – reconheçamos que é o Homem que necessita ser reciclado porque, o erro, -  é  ele – o lixo é a sua mente, que não o leva a merecer o legado que recebeu, e renova-lo na continuidade,  na esperança como a própria Natureza ensina em cada Primavera. 

Sempre, então, a terra nua nos surpreende mostrando as flores das sementes que em seu segredo guarda...

...nem delas se suspeita muitas vezes, mas...se florescem é porque estavam lá!...

È porque estão lá...

...e estarão, sempre, lá!

– Acredito.

 

                  Maria José Rijo

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Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.957 – 21-Fevereiro – 2008

Conversas Soltas

 

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publicado por Maria José Rijo às 17:07

Quando o Amor é o Tema

Quarta-feira, 12.09.07

         Nada há de novo sobre a terra.

            Tudo o que acontece, já antes aconteceu.    

            Isto não impede que todas as experiências se possam repetir.

Todas, excepto nascer e morrer.

Só se nasce e morre uma única vez.

            Sendo assim, tudo, à partida já é conhecido, sabido, já vivido...

            Mas... há sempre um mas. Todas as coisas já sabidas, já vividas, já conhecidas, são, e serão, sempre novas para quem nelas se estreia e as vive pela primeira vez.

E há sempre, para tudo, uma primeira vez.

            Por essa simples razão, o amor, o velho e decantado amor, é também, e para sempre assim permanecerá, eternamente novo,  para as sucessivas gerações que o vão descobrindo .

            Porém o amor é um sentimento. Como todos os outros sentimentos, surge na alma das pessoas. Não se semeia, nem se lhe escolhe o momento de acontecer.

Não se sufoca e mata embora se abafe, ou dissimule e possa controlar o seu ímpeto e as suas manifestações .

Isto são verdades de trazer por casa ,eu sei. No entanto, a elas não se pode fugir. Sendo o amor um sentimento , dele não se pode dizer que se faz., mas sim que se vive.

            Também ninguém faz a dor, a alegria, o deslumbramento, a indignação...

            São tudo sentimentos ou sensações perante as quais nos encontramos muitas vezes inesperadamente e sem defesas porque acontecem provindo de situações que podem escapar do nosso controle. Situações e emoções, que outros podem provocar em nós.

            Também ninguém faz a vida!

            Preserva-se, cuida-se, porém, não se comanda em absoluto, como não se comanda a felicidade, ou o estado de alma que se lhe opõe : - a infelicidade.

            Ora acontece que a todo o momento, agora, toda a gente afirma à boca cheia, cantando e rindo que faz amor .

            Pasmo da ligeireza com que se fala de coisas tão sérias , confundindo actos com sentimentos  como se do mesmo se tratasse.

            Penso na insensatez que permite tudo baralhar para tudo facilitar, e tudo  fruir com a irresponsabilidade de quem não mede  ou, simplesmente, despreza consequências e consciências...

            Dá que pensar como se tratam as coisas mais sérias, mais nobres, que a existência nos pode oferecer, como é o amor.

 Sorrio por vezes, inquieto-me outras e penso invariavelmente no grande poeta do Amor e da Morte - Rainer Maria Rilke- que escrevia assim : “ Inclinados a ver no amor apenas um prazer, os homens tornaram-lhe o acesso fácil, barato, sem riscos, como um divertimento de feira, quantos seres jovens há que não sabem amar, que se limitam a entregar-se, como acontece correntemente (e decerto a maioria limitar-se-á sempre a isto e vergam depois sob o peso do seu erro!) O amor é a ocasião única de amadurecer, de tomar forma, de nos tornarmos um mundo para o

ser amado. É uma alta exigência, uma ambição sem limites, que faz daquele que ama um eleito solicitado pelos mais vastos horizontes.

           Quando o amor surge, os novos apenas deveriam ver nele o dever de se trabalharem a si próprios. A faculdade de nos perdermos noutro ser, de nos dar a outro ser, todas as formas de união ainda não são para eles.”

Ou, ainda  : “Na medida em que estamos sós, o amor e a morte tocam-se. As exigências dessa terrível empresa que é o amor através da nossa vida não são à medida dessa vida e jamais estaremos à altura de merecer o amor desde os primeiros passos.”.

O amor não se faz - vive-se.

Pode o sexo ser dele uma consequência natural e ser um acto de amor.

Porém, nunca o sexo em si, e só por si ,pode significar amor.

Porque o amor entre um homem e uma mulher, e volto a citar Rilke : “são duas solidões que se protegem, se completam, se limitam e se inclinam uma para a outra.”

Se a Vida nos transcende, o Amor, também nos transcende, porque transcende a nossa própria Vida.

 

                                                       Maria José Rijo

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Revista Norte Alentejo

Nº 4 – Setembro de 2000

Crónica

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:56





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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